Painel de análise de dados em um notebook

O que fazemos

  • Adequar ERP, e-commerce, PDV e emissor à reforma tributária: IBS, CBS e IS na NF-e e NFC-e (NT 2025.002)
  • Migrar a emissão de NFS-e para o padrão nacional (DPS, NBS, ADN) e preparar o Simples híbrido
  • Preparar pedidos, notas e pagamentos para o split payment de 2027
  • Conectar e-commerce, ERP, CRM e logística por APIs e webservices
  • Integrar emissão de NF-e, NFS-e e NFC-e com SEFAZ, prefeituras e provedores
  • Integrar pagamentos: Mercado Pago (checkout transparente), Pix, cartão, boleto e Banco do Brasil
  • Extrair dados de sistemas legados sem API, com segurança
  • Automatizar rotinas entre sistemas e eliminar planilhas paralelas
  • Monitorar e adaptar integrações a mudanças de terceiros nos planos mensais

O que mudou em 2026 e por que o seu sistema precisa ser revisado agora

A Lei Complementar 214/2025 pôs a reforma tributária do consumo em marcha, e 2026 é o ano-teste: as notas precisam calcular e informar IBS (0,1%) e CBS (0,9%), ainda sem recolhimento para quem cumpre as obrigações acessórias. A Nota Técnica 2025.002 mudou o leiaute da NF-e e da NFC-e com novos grupos e campos (cClassTrib, CST de IBS e CBS, cIndOp, pDevTrib, totais e referência de devoluções), obrigatórios para o regime regular desde 3 de agosto de 2026; desde então, nota sem IBS e CBS é rejeitada. A versão 1.51 da nota entra em produção em 5 de outubro de 2026. A NFS-e virou padrão nacional, e ME e EPP do Simples emitem só pelo Emissor Nacional desde 1º de setembro de 2026. Em setembro, o Simples escolhe entre o modelo normal e o híbrido, com efeitos em 2027. E o split payment, regulamentado pelo Decreto 12.955/2026, começa em 2027, opcional e entre empresas.

Se o seu ERP, e-commerce, PDV ou emissor não recebeu atualização para nada disso, a pergunta não é se vai dar problema, é quando. Emissão rejeitada para a venda; cadastro sem classificação tributária gera nota errada; NFS-e no leiaute antigo deixa de ser aceita; pagamento sem identificação da operação não entra no split payment. A JBKR Web faz o diagnóstico do sistema atual, lista o que precisa mudar por obrigação e por data, e adequa em partes, sem parar a operação. Veja o artigo completo com o checklist em Insights.

O que a JBKR já fez na reforma tributária

Atualizamos emissores de NF-e e NFC-e de clientes para a NT 2025.002, com os grupos de IBS e CBS, o cClassTrib no cadastro de produtos, o CST próprio, o indicador de operação e os novos totais, incluindo o ERP que mantemos em produção desde 2009. Migramos emissão de NFS-e do webservice municipal para o padrão nacional, com DPS e código NBS. Revisamos fluxos de pagamento com Mercado Pago, Pix e boleto para carregar a identificação da operação que o split payment exige. E cuidamos do que vem junto: certificado digital, LGPD e integração com o gov.br.

Cada adequação sai testada em homologação, com registro das rejeições tratadas e monitoramento nos planos mensais, porque a legislação vai continuar mudando até 2033 e o sistema precisa acompanhar.

O que é integração de sistemas e quando minha empresa precisa?

Integração de sistemas é fazer softwares diferentes trocarem dados automaticamente: o e-commerce envia pedidos ao ERP, o ERP emite a nota fiscal, o sistema de logística recebe a entrega — tudo sem digitação manual. Sinais de que a empresa precisa: equipe redigitando informações entre telas, cadastros duplicados, erros de estoque e relatórios montados juntando planilhas.

A JBKR Web mapeia o fluxo de dados atual, identifica os pontos de retrabalho e propõe as integrações com melhor retorno, começando pelas que economizam mais horas de trabalho manual ou reduzem mais erros.

Vocês integram emissão de NF-e, NFS-e e NFC-e?

Sim — integrações fiscais são uma das especialidades da JBKR Web. O sistema do cliente passa a emitir NF-e (produtos), NFS-e (serviços) e NFC-e (consumidor final) automaticamente, comunicando-se com os webservices da SEFAZ e das prefeituras ou com provedores de emissão. O fundador mantém desde 2009 um ERP que emite NF-e por webservice em produção.

Isso vale tanto para sistemas novos quanto para legados: é comum um ERP antigo que funciona bem precisar apenas do módulo de emissão fiscal atualizado para uma nova versão de layout. Nesses casos, a integração evita a troca do sistema inteiro.

Como funcionam integrações de pagamento e bancárias?

Pagamentos entram no mesmo fluxo de dados: a JBKR já implantou checkout transparente do Mercado Pago em um painel de SMM, integração de meio de pagamento em uma plataforma .NET Core com Angular e MongoDB, conciliação com a Juno no app OMO Lavanderia (Unilever) e integração bancária com o Banco do Brasil em ERP.

A regra é a mesma para Pix, cartão e boleto: o pagamento confirma o pedido no sistema, o sistema emite a nota e a conciliação acontece sem planilha. Cada integração sai com registro de transações e tratamento de erros, porque provedores falham e a operação não pode parar.

Como integrar um sistema legado que não tem API?

A primeira resposta: quase sempre é possível. Quando não há API, a JBKR Web avalia alternativas em ordem de segurança — leitura direta e controlada do banco de dados, rotinas de importação e exportação de arquivos, um webservice intermediário construído sobre o sistema, ou automação da interface como último recurso.

A experiência da empresa com manutenção de sistemas legados em PHP, Java, .NET/C# e ASP clássico é o diferencial aqui: entender o código antigo permite escolher o ponto de integração que não quebra o que já funciona.

Tipos de integração e o que resolvem
Tipo de integraçãoO que conectaProblema que resolve
Reforma tributária (IBS/CBS)ERP, e-commerce, PDV e emissor com a NT 2025.002 e a NFS-e nacionalNota rejeitada por falta de IBS e CBS e sistema fora da lei
Split payment (2027)Pedido, nota e meio de pagamento (Pix, boleto, cartão)Pagamento sem identificação da operação e conciliação quebrada
E-commerce ↔ ERPLoja virtual e sistema de gestãoPedidos, estoque e preços redigitados manualmente
Emissão fiscal (NF-e/NFS-e/NFC-e)Sistema do cliente e SEFAZ/prefeiturasDigitação manual de notas e erros fiscais
Pagamentos e bancosMercado Pago, Pix, Banco do Brasil e o sistemaConciliação manual e pedidos sem confirmação
APIs e webservicesSistemas internos e serviços de terceirosDados isolados em plataformas separadas
Sistema legado ↔ sistemas novosERP/sistema antigo e ferramentas atuaisLegado que não conversa com o resto da operação
Automação entre sistemasRotinas e processos repetitivosTarefas manuais recorrentes e retrabalho

Provas reais, não promessas

NT 2025.002 em produção
Emissores de NF-e e NFC-e de clientes atualizados com os grupos de IBS e CBS antes da obrigatoriedade de 3 de agosto de 2026.
NF-e em produção desde 2009
ERP com emissão de notas fiscais eletrônicas por webservice e integração com o Banco do Brasil, sustentado até hoje.
Pagamentos entregues
Mercado Pago (checkout transparente), Juno (Unilever/OMO) e plataforma .NET Core com meio de pagamento — projetos avaliados na Workana.
Padrões Meta e Google
Padronização de site para requisitos de Meta e Google concluída "com todas as necessidades atendidas" (avaliação de cliente, 2024).

Como contratar

Modelos de contratação publicados
ModeloComo funcionaIndicado para
Projeto fechadoEscopo, prazo e preço definidos na proposta escritaSites, apps, integrações e MVPs com escopo claro
Plano mensal (retainer)Horas mensais com atendimento prioritário: Plano Seguro ou ExpertSustentação, evolução contínua e sistemas em produção
Por hora (Plano Eventual)A partir de R$ 250/hora, estimativa antes do trabalhoCorreções pontuais, diagnósticos e provas de conceito

Resposta no mesmo dia útil · Correção de falha crítica iniciada em até 24 horas nos planos mensais

Perguntas frequentes

Meu sistema precisa emitir IBS e CBS na nota fiscal em 2026?

Sim. Desde 3 de agosto de 2026 a SEFAZ rejeita NF-e e NFC-e de empresas do regime regular (Lucro Real e Presumido) sem os grupos de IBS e CBS da NT 2025.002 (cClassTrib, CST, cIndOp e totais). Em 2026 as alíquotas são de teste (0,1% de IBS e 0,9% de CBS) e o recolhimento é dispensado para quem cumpre as obrigações acessórias, mas a nota precisa sair certa. Simples Nacional e MEI entram em 2027. A JBKR Web adapta o ERP, o e-commerce ou o emissor para a nota técnica e testa em homologação antes de virar a chave.

O que é split payment e o que muda no meu sistema?

Split payment é a separação e o recolhimento de IBS e CBS no momento em que o pagamento é liquidado (Pix, boleto, transferência e, depois, cartões). Foi regulamentado pelo Decreto 12.955/2026 e começa em 2027, opcional e entre empresas. Para funcionar, pedido, nota e pagamento precisam carregar a mesma identificação da operação e os mesmos valores de tributo, do checkout à conciliação. A JBKR Web revisa o fluxo financeiro de e-commerces, marketplaces e plataformas com Mercado Pago, Pix e boleto para essa exigência.

Sou do Simples Nacional. Preciso mudar alguma coisa?

Em setembro de 2026 a empresa escolhe, com o contador, entre o Simples normal (IBS e CBS dentro do DAS) e o híbrido (IBS e CBS apurados por fora, com crédito integral para o cliente PJ), com efeitos em 1º de janeiro de 2027. No híbrido, o sistema precisa calcular e destacar os dois tributos como uma empresa do Lucro Presumido. Além disso, ME e EPP prestadoras de serviço emitem NFS-e exclusivamente no Emissor Nacional desde 1º de setembro de 2026, com DPS e código NBS. A JBKR Web faz a migração do emissor e a adequação do cadastro.

O que é integração de sistemas e quando ela é necessária?

É fazer softwares diferentes trocarem dados automaticamente — o e-commerce enviar pedidos ao ERP, o ERP emitir a nota fiscal sem digitação. É necessária quando a equipe redigita informações entre sistemas, quando há cadastros duplicados e erros de estoque, ou quando relatórios exigem juntar planilhas manualmente.

A JBKR Web integra emissão de NF-e, NFS-e e NFC-e?

Sim. A JBKR Web desenvolve integrações de emissão de NF-e (produtos), NFS-e (serviços) e NFC-e (consumidor final), conectando o sistema do cliente aos webservices da SEFAZ e das prefeituras ou a provedores de emissão. O fundador mantém desde 2009 um ERP que emite NF-e por webservice em produção.

Vocês integram meios de pagamento e bancos?

Sim. Projetos entregues incluem checkout transparente do Mercado Pago em um painel de SMM, integração de meio de pagamento em plataforma .NET Core com Angular e MongoDB, conciliação com a Juno para um app da Unilever e integração bancária com o Banco do Brasil em ERP. Pix, cartão e boleto entram no mesmo fluxo.

Vocês conseguem integrar um sistema antigo que não tem API?

Sim, quase sempre. Quando não há API, a JBKR Web avalia leitura direta do banco de dados, importação e exportação de arquivos, um webservice intermediário ou automação da interface. A experiência com sistemas legados em PHP, Java, .NET e ASP clássico ajuda a escolher o caminho que não quebra o que já funciona.

Quanto custa um projeto de integração de sistemas?

Depende dos sistemas envolvidos, da existência de APIs documentadas e das regras de negócio. Integrações com escopo definido são contratadas como projeto fechado. Demandas pontuais usam o Plano Eventual (a partir de R$ 250/hora, com estimativa antes do trabalho); evolução e sustentação contínuas usam os planos mensais — Plano Seguro a partir de R$ 1.125/mês e Plano Expert a partir de R$ 2.050/mês. Toda proposta é detalhada por escrito.

Como funciona a manutenção de uma integração depois de pronta?

Integrações dependem de sistemas externos que mudam: APIs são atualizadas, layouts fiscais ganham novas versões, certificados vencem. Os planos mensais da JBKR Web incluem monitoramento, correções e adaptação a essas mudanças, garantindo que a troca de dados continue funcionando ao longo do tempo.

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Jean C Becker

Quem responde pelo trabalho

Arquiteto de Soluções Sênior | Especialista em IA e Machine Learning

Jean C Becker · fundador da JBKR, criador do AironCore e do Apicio, em tecnologia desde 2006. Conheça a trajetória →