Janela de ERP desktop ao lado de um terminal de mainframe com linhas verdes

O que fazemos

  • Assumir um ERP Delphi feito por outra software house, mesmo sem o autor original e sem documentação
  • Adequar NF-e, NFS-e nacional e NFC-e ao IBS/CBS (LC 214/2025) dentro do próprio ERP
  • Escrever migrações SQL idempotentes, com modo de homologação e ensaio em cópia do banco
  • Empacotar implantações reversíveis: backup, troca de pacotes, executável e esquemas, LEIAME e retorno
  • Construir ferramentas de carga (planilha para SQL) com simular, verificar e desfazer
  • Sustentar, documentar e integrar rotinas COBOL em mainframe (z/OS, CICS, DB2)
  • Expor a lógica Delphi por API HTTP e planejar a modernização por módulos, por escrito

Que tipo de ERP Delphi a JBKR sustenta?

Um ERP completo de uma empresa de serviços de telecomunicações, construído por outra software house a partir de 2010 e sustentado pela JBKR desde 2022: cerca de 1.300 unidades em Object Pascal, 500 mil linhas, 56 pacotes carregados em tempo de execução e 20 executáveis. Os módulos cobrem financeiro, documentos fiscais (NF-e, NFS-e, NFC-e, CT-e), SPED, folha e departamento pessoal, estoque, compras, vendas, contratos, ordens de serviço, ponto de venda e a operação de campo de telecom. A base é Microsoft SQL Server; a interface é VCL com DevExpress e relatórios em FastReport; a camada fiscal usa ACBr.

O que faz um sistema desse continuar em produção não é a idade do código, é o método de quem o sustenta. Sem o autor original e sem documentação, a primeira etapa foi recuperar o controle técnico — código, pacotes, certificados, banco, agendamentos — e documentar o que existe, com apoio de IA e revisão humana. A partir daí, cada mudança segue o mesmo roteiro: homologação, pacote reversível, registro por escrito.

Como funciona a adequação à reforma tributária no ERP?

A reforma tributária (IBS e CBS, Lei Complementar 214/2025) muda o leiaute dos documentos fiscais que o ERP emite todos os dias. Em 2026 a JBKR adequou os três documentos do ERP sustentado — NF-e, NFS-e no padrão nacional e NFC-e do ponto de venda — aos novos grupos de tributos, com um módulo comum de cálculo e preenchimento e um modo de homologação que permite emitir em ambiente de testes antes de ligar em produção.

A ordem importa: primeiro a base de dados (novos campos e tabelas, via migração testada), depois o módulo de cálculo, depois cada documento, cada um validado contra o ambiente de homologação da SEFAZ ou do portal nacional. A página de integrações e compliance governamental detalha o calendário da NT 2025.002 e do split payment; aqui o ponto é que tudo isso acontece dentro do Delphi, sem trocar o sistema.

Como vocês mudam o banco SQL Server sem quebrar a operação?

Toda alteração de estrutura ou de dados vira um script SQL idempotente: pode ser executado mais de uma vez sem efeito colateral, verifica o que já existe antes de criar ou alterar e registra o que fez. Cada script tem um modo de homologação, que permite rodar a mudança numa cópia do banco de produção e conferir totais, documentos e cadastros antes de qualquer virada.

O resultado prático é que a migração de banco deixa de ser o momento de tensão da implantação. Ela foi ensaiada, os números bateram e o retorno está escrito. Se uma carga de dados precisa ser desfeita — uma tabela de preços importada da planilha errada, por exemplo — existe um script de rollback gerado junto com o de carga.

Como é uma implantação de ERP desktop sem risco?

Um ERP Delphi distribuído em dezenas de pacotes e executáveis, instalado em estações Windows, não aceita "copia e cola". O pacote de implantação da JBKR faz backup de tudo o que vai substituir (pacotes, executável principal, esquemas fiscais), aplica a troca na ordem certa, atualiza o banco com as migrações já homologadas e deixa um LEIAME com o que mudou, por quê e como voltar.

A implantação acontece fora do horário de emissão, com uma estação de referência validada antes das demais e o caminho de retorno pronto. Em quatro anos de sustentação, essa disciplina é o que permite entregar mudanças fiscais com data marcada pela legislação sem parar o faturamento do cliente.

E as cargas de dados do dia a dia (tabela de preços, cadastros)?

Boa parte do trabalho de sustentação de um ERP não é código: é dado. Uma nova tabela de preços com centenas de itens e milhares de preços por estado chega numa planilha e precisa entrar no banco sem erro. A JBKR constrói ferramentas de carga que transformam a planilha em SQL e geram três scripts: simular (mostra o que vai mudar), verificar (confere o resultado) e desfazer (volta ao estado anterior).

Isso tira a carga de dados do campo do improviso e a coloca no mesmo método das migrações: ensaiada, conferida, reversível. Vale para preços, cadastros de clientes e fornecedores, planos de contas e qualquer importação recorrente.

Rotinas COBOL em mainframe: sustentação, documentação e integração

Desde 2020 a JBKR sustenta rotinas COBOL de um cliente de grande porte (setor não divulgado) em mainframe IBM: z/OS, CICS e DB2. O trabalho é o de sustentação clássica — correções, pequenas evoluções, acompanhamento de rotinas batch e online — somado ao que normalmente falta nesses ambientes: documentação legível das rotinas, gerada com apoio de IA e revisada por quem entende o programa, e integração com sistemas novos por serviços e por arquivos.

A experiência vem de dentro: o fundador começou a carreira em dois anos no mainframe IBM do HSBC (z/OS, COBOL, JCL, CICS, DB2, Endevor). Para projetos de grande porte em mainframe, a JBKR aloca especialistas sob demanda com a coordenação técnica do fundador. O que não fazemos é prometer "migrar o COBOL" em um projeto: o caminho responsável é documentar, integrar e substituir por partes, quando compensar.

Dá para modernizar sem sair do Delphi?

Dá, e é o caminho que a JBKR recomenda para a maioria dos ERPs Delphi. O sistema sustentado já tem um serviço de API HTTP, rodando como serviço do Windows, que expõe a lógica de negócio do Delphi (boletos, NFS-e, consultas) para outros sistemas. Esse serviço é a costura da modernização: um módulo novo — web, mobile, integração — conversa com o ERP pela API e o Delphi continua dono das regras e dos dados.

A JBKR não migrou esse ERP para fora do Delphi, e diz isso: o roadmap de modernização indica, por escrito, quais módulos compensam ser reescritos (acesso remoto, portal de clientes, integrações) e quais devem ficar onde estão. O caso Legate, de 2024, segue a mesma lógica: a integração com a NFS-e nacional foi reconstruída dentro do monólito Delphi, sem um dia de faturamento parado. A página de modernização de sistemas legados descreve o método geral de diagnóstico e roadmap.

Quanto custa sustentar um ERP Delphi ou COBOL?

Um ERP com emissão fiscal diária costuma entrar nos planos mensais — Plano Seguro a partir de R$ 1.125/mês (5 horas) ou Plano Expert a partir de R$ 2.050/mês (10 horas, atendimento 24/7) — com fração mínima de 1 hora por solicitação e horas adicionais a R$ 300. Demandas pontuais, como um diagnóstico ou uma adequação fiscal isolada, usam o Plano Eventual, a partir de R$ 250/hora com estimativa antes do trabalho.

O SLA é publicado: resposta no mesmo dia útil e início do atendimento a falha crítica em até 24 horas nos planos mensais. A proposta é sempre por escrito, com o inventário do sistema como ponto de partida. O diagnóstico inicial de 30 minutos é gratuito.

Frentes de sustentação em ERP Delphi e COBOL
FrenteRisco típicoComo a JBKR atua
ERP Delphi VCL (RAD Studio 10.2, DevExpress, FastReport, ACBr)Sem autor original, sem documentação, dezenas de pacotes interdependentesControle técnico recuperado, documentação com IA revisada, correções e evoluções com pacote reversível
PDV com NFC-e e TEFMudança fiscal que para o caixa, sincronização com a base centralAdequação testada em homologação, implantação fora do horário de venda, retorno pronto
Documentos fiscais NF-e, NFS-e, NFC-e, CT-e e SPEDLeiaute novo com data marcada (IBS/CBS, NT 2025.002, NFS-e nacional)Módulo comum de cálculo, modo de homologação por documento, validação na SEFAZ ou no portal nacional
Banco SQL ServerAlteração de estrutura sem ensaio, carga de dados sem voltaMigrações idempotentes com modo de homologação, ensaio em cópia, scripts de simular, verificar e desfazer
Serviço de API HTTP sobre o DelphiIntegrações frágeis, lógica duplicada fora do ERPAPI como costura da modernização: módulos novos consomem a lógica do ERP sem reescrevê-la
Rotinas COBOL batch e online em mainframeAposentadoria de quem conhece as rotinas, integração com sistemas novosSustentação e correções, documentação das rotinas, integração por serviços e arquivos, especialistas sob demanda
Implantação em estações WindowsTroca manual de arquivos, versões divergentes entre estaçõesPacote com backup, ordem de troca, LEIAME e estação de referência validada antes das demais

Provas reais, não promessas

Cerca de 500 mil linhas de Pascal
ERP Delphi com 1.300 unidades, 56 pacotes e 20 executáveis, sustentado pela JBKR desde 2022.
Reforma tributária em três documentos
IBS/CBS adequados em NF-e, NFS-e nacional e NFC-e dentro do próprio ERP, com modo de homologação (2026).
Faturamento Delphi migrado sem parar
Integração com a NFS-e nacional reconstruída no monólito Delphi, com zero dias de emissão parada (caso Legate, 2024).
COBOL desde o mainframe do HSBC
Dois anos de z/OS, COBOL, CICS e DB2 na origem da carreira do fundador; rotinas COBOL de cliente de grande porte sustentadas desde 2020.

Como contratar

Modelos de contratação publicados
ModeloComo funcionaIndicado para
Projeto fechadoEscopo, prazo e preço definidos na proposta escritaSites, apps, integrações e MVPs com escopo claro
Plano mensal (retainer)Horas mensais com atendimento prioritário: Plano Seguro ou ExpertSustentação, evolução contínua e sistemas em produção
Por hora (Plano Eventual)A partir de R$ 250/hora, estimativa antes do trabalhoCorreções pontuais, diagnósticos e provas de conceito

Resposta no mesmo dia útil · Correção de falha crítica iniciada em até 24 horas nos planos mensais

Perguntas frequentes

O que é sustentação de ERP em Delphi?

É manter um ERP desktop em Delphi funcionando, atualizado e em dia com a legislação, sem reescrevê-lo: correção de erros, adequação fiscal (NF-e, NFS-e, NFC-e, SPED, IBS/CBS), mudanças de banco de dados com migrações testadas, implantações reversíveis nas estações e evolução por módulos. A JBKR faz isso desde 2022 em um ERP de cerca de 500 mil linhas, com SLA publicado.

Vocês assumem um ERP feito por outra software house?

Sim, inclusive sem documentação e sem contato com o autor original. O ERP Delphi que a JBKR sustenta hoje foi construído por outra empresa a partir de 2010. O trabalho começa por recuperar o controle técnico (código, pacotes, banco, certificados), documentar o que existe com apoio de IA e revisão humana e só então mexer.

O ERP precisa sair do Delphi para atender IBS e CBS?

Não. Em 2026 a JBKR adequou NF-e, NFS-e nacional e NFC-e ao IBS/CBS dentro do próprio ERP Delphi, com modo de homologação para testar antes da virada. A reforma tributária é um motivo para sustentar o sistema com método, não para trocá-lo às pressas.

Como é testada uma migração de banco antes de ir para produção?

Cada migração SQL é escrita para poder rodar mais de uma vez sem efeito colateral (idempotente), tem um modo de homologação e é ensaiada numa cópia do banco de produção. Só depois de conferidos os resultados (totais, documentos, cadastros) ela entra no pacote de implantação, junto com o roteiro de retorno.

Posso voltar atrás numa implantação?

Sim. O pacote de implantação faz backup do que vai substituir (pacotes, executável, esquemas fiscais), aplica a troca e deixa o caminho de retorno documentado num LEIAME. Em um ERP com dezenas de pacotes e executáveis, implantar sem retorno pronto é o maior risco evitável.

Vocês sustentam PDV com NFC-e e TEF?

Sim. O ERP sustentado inclui ponto de venda com emissão de NFC-e, pagamento com cartão via TEF e sincronização com a base central. As mudanças fiscais do PDV entram no mesmo pacote de implantação do ERP, testadas em homologação.

Como vocês atendem rotinas COBOL em mainframe?

Desde 2020 a JBKR sustenta rotinas COBOL de um cliente de grande porte (setor não divulgado) em mainframe IBM (z/OS, CICS, DB2): correções, pequenas evoluções, documentação das rotinas com apoio de IA revisada por humano e integração com sistemas novos por serviços e arquivos. O fundador começou a carreira no mainframe do HSBC; projetos maiores contam com especialistas alocados sob demanda.

Quando vale reescrever um módulo fora do Delphi?

Quando o módulo trava o negócio e o Delphi é a causa: acesso remoto, integração que precisa de API moderna, interface web para quem não está na rede da empresa. Nesses casos o módulo novo convive com o ERP, lendo os mesmos dados, e o Delphi continua dono do resto. O roadmap diz por escrito o que compensa e o que não compensa.

Quanto custa sustentar um ERP em Delphi ou COBOL?

Depende do tamanho do sistema, do volume de mudanças fiscais e do SLA necessário. Um ERP com emissão fiscal diária costuma entrar nos planos mensais, com horas previstas para adequações e correções. Demandas pontuais usam o Plano Eventual (a partir de R$ 250/hora, com estimativa antes do trabalho); evolução e sustentação contínuas usam os planos mensais — Plano Seguro a partir de R$ 1.125/mês e Plano Expert a partir de R$ 2.050/mês. Toda proposta é detalhada por escrito.

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Jean C Becker

Quem responde pelo trabalho

Arquiteto de Soluções Sênior | Especialista em IA e Machine Learning

Jean C Becker · fundador da JBKR, criador do AironCore e do Apicio, em tecnologia desde 2006. Conheça a trajetória →